segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Deriva Continental


Alfred L. Wegener era um geógrafo que dedicou a sua vida a estudar os vários continentes. Ele propôs a teoria da Deriva Continental. Esta teoria afirma que os continentes já estiveram, há muito tempo, juntos formando um único continente. Apresentou esta teoria aos cientistas com os seguintes argumentos que apoiavam a sua teoria:

https://evidenciasdaevolucao.files.wordpress.com


  • Argumentos Morfológicos - os continentes africano e e sul americano tem os mesmos contornos, que fazem com que encaixem na perfeição. 
https://amigopai.files.wordpress.com
  • Argumentos Geológicos - no local de encaixe destes dois continentes existem as mesmas rochas da mesma idade. 
  • Argumentos Paleontológicos -  não só nestes dois continentes mas como em todos foram encontrados fósseis da mesma idade de animais e plantas. 
  • Argumentos Paleoclimáticos - foram encontrados depósitos de glaciares em climas tropicais e subtropicais, provando assim que essa zona pode ter estado no Pólo Sul ou no Pólo Norte. 

https://upload.wikimedia.org/wikipedia


Embora com estes dados que apoiavam esta teoria Alfred não conseguiu explicar porque é que os continentes se afastavam. Com isto não deram a devida atenção a esta teoria pois só coma evolução da tecnologia é que se descobriu o porquê dos continentes se afastarem. 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Noutro dia foi visitar uma exposição sobre sismos e vulcões. Bem, aqui está um pequeno resumo daquilo que aprendi:

Vulcanismo: 
De um vulcão saem gases como: dióxido de carbono, enxofre e vapor de água)
As erupções podem ter lava ou cinzas.
Lava líquida, quando arrefece formam-se rochas (passa para o estado sólido). Existem vários tipos de rocha que se formam (ex: lava fluida).
"https://www.educabras.com"

http://3.bp.blogspot.com



Sismos: 
Em caso de sismo deves ir para debaixo de uma mesa. Caso estejas na escola ouve os teus professores e não entres em pânico.
Achei interessante o simulador se sismos que experimentei, acho que foi uma boa preparação para o caso de ocorrer um sismo.

http://3.fotos.web.sapo.io

Reflexão do 1º Período

Neste primeiro período gostei de trabalhar com o blog mas gostava de ter tido mais tempo para aprofundar a matéria e de por mais imagens. Gosto da forma como está apresentado e organizado. Foi uma experiência diferente!!

domingo, 4 de dezembro de 2016

Estrutura da Terra

Antigo modelo - modelo Físico


Núcleo (constituído por ferro e níquel)
Manto (constituido por silicio) 
Crosta (constituido por silicio e aluminio) 

As linhas imaginárias que separam a crosta do manto e o manto do núcleo, é onde as ondas sísmicas mudam bruscamente de velocidade chamam-se descontinuidades. 
Existem então duas descontinuidades:
crosta do manto, 30 km chama-se Mottorovicic. 
manto do núcleo, 2900 km chama-se Gutternberg.

Profundidade das camadas:
Crosta - 0 aos 30 km 
Manto - 30 km aos 2900 km 
Núcleo - 2900 km aos 6371 km 

Temperatura das camadas: 
Crosta - 22º aos 900º 
Manto - 900º aos 4000º 
Núcleo - 4000º aos 5000º 

Nota: 
Grau Geotérmico - de 33 em 33 metros a temperatura na Terra aumenta 1ºC , à medida que se avança para o interior da Terra. 
A pressão e a temperatura aumenta para o interior da Terra. 

Novo modelo - Modelo Físico 

Núcleo interno é sólido  
Nucleo externo é líquido 
Manto inferior é sólido 
Manto superior é pastoso (está num estado fisico que não existe à superfície, o manto superior é constituído por muito magma que irá originar a lava) 
Crosta oceânica é sólida 
Crosta continental é sólida 

Profundidade das camadas: 
Crosta oceânica - 0 aos 12 km 
Crosta continental - 0 aos 70 km 
Manto superior -  30 km aos 700 km 
Manto inferior - 700 km aos 2900 km 
Núcleo externo - 2900 km aos 5150 km 
Núcleo interno - 5150 km aos 6371 km 



Resumo:
Camadas Profundidades Temperatura

Constituição Descontinuidades Subcamadas Estado físico Profundidades
Núcleo  2900 km aos 6371 km  4000º aos 5000º  Níquel e ferro  Guttenberg  Núcleo interno  sólido  5150 km aos 6371 km 
Núcleo externo  líquido  2900 km aos 5150 km 
Manto  30 km aos 2900 km 900º aos 4000º  silício  Mottorovicic  Manto inferior  sólido  700 km aos 2900 km 
Manto superior  “pastoso" 30 km aos 700km 
Crosta  0 aos 30 km  22º aos 900º  silício + alumínio 

Crosta oceanica  sólido  0 aos 12 km 
Crosta continental  sólido  0 aos 70 km 


Atual Modelo 


                     Novo modelo        Atual modelo 
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Este atual modelo é composto por: 
  • Endosfera: todo o núcleo, interno e externo;
  • Mesosfera: todo o manto inferior;
  • Atenosfera: é o que resta do manto superior,  é onde se localiza o magma que ao ser libertado na superfície tem o nome de lava, daí dar-se o nome de esfera do magma;
  • Litosfera: é toda a crosta mais uma parte do manto superior, tem o nome de esfera da rocha.  

Principios Estratigráficos

Existem os seguintes principios estratigráficos: 

  • Principio da horizontalidade: as rochas sedimentares formam-se na horizontal.

 
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  • Principio da sobreposição: a camada que está mais funda, ou seja, está por baixo é sempre mais antiga que as camadas acima. Isto acontece se não houver deformações geológicas, como falhas e dobras que podem causar inversões de camadas. 
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  • Principio da identidade paleontológica: estratos que tiveram origem em ambientes idênticos (fóssil de fácies - fóssil que nos fornecem informação do meio onde o ser vivo viveu). 
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  • Principio da continuidade paleontologica: estratos que estão a grandes distâncias e tenham os mesmos fosseis, que sejam da mesma idade, logo são a mesma camada. 
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  • Principio da interseção: todas as estruturas que intersectam intrusões ou falhas são mais recentes. 
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  • Principio da inclusão: quando uma rocha incorpa outra é mais recente. 
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sábado, 3 de dezembro de 2016

Fósseis característicos


  • Fósseis de idade: é um fóssil que nos permite saber  a idade da rocha sedimentar onde este se encontra. Tem que ter uma pequena longevidade, ou seja, viveu um “curto” espaço de tempo e tem uma grande distribuição geográfica. 
A trilobite é um exemplo de um fóssil de idade
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  • Fósseis de fácies: é um fóssil que nos indica o meio em que viverem e os  terrenos que os contêm.
A amotine é um exemplo de um fóssil de fácies
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Processos de Fossilização


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Recristalização: ocorre quando existe uma troca de cristais dando-lhe mais estabilidade. 
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Mumificação: ocorre quando o ser vivo fica preservado em gelo ou âmbar (resina). Este processo de fossilização é muito raro, mas permite-nos ter acesso às partes moles do ser vivo dando-nos mais informações sobre o ser fossilizado. Neste tipo de fossilização o ser fica conservado.

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Incrustação: ocorre quando há infiltrações de água no subsolo e o animal fica revestido (acontece por exemplo com animais que morrem dentro de cavernas). Os materiais mais comuns são pirite, calcite, limonite e sílica.


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Mineralização: ocorre quando substâncias minerais infiltram-se em troncos e osso (é desta maneira que se forma a madeira petrificada). 

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Moldagem: de todos os processos este é o mais vulgar. ocorre quando as partes externas do ser vivo ficam moldadas, ou seja, resulta do preenchimento das partes duras do ser fossilizado por sedimentos.



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Marca ou impressão: resulta da conservação de vestigios do ser vivo como marcas de folhas como mostra a imagem.


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